sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

"DESTRALHE-SE"

Esse texto tem tudo a ver com o início do ano
-"Bom dia, como tá a alegria"? Diz dona Francisca, minha faxineira rezadeira, que acaba de chegar.
-"Antes de dar uma benzida na casa, deixa eu te dar um abraço que preste!" e ela me apertou.
Na matemática de dona Francisca, "quatro abraços por dia dão para sobreviver; oito ajudam a nos manter vivos; 12 fazem a vida prosperar".
Falando nisso, "vida nenhuma prospera se estiver pesada e intoxicada".
Já ouviu falar em toxinas da casa?
Elas são:
- objetos que você não usa,
- roupas que você não gosta ou não usa há um ano,
- coisas feias,
- coisas quebradas, lascadas ou rachadas
- velhas cartas, bilhetes,
- plantas mortas ou doentes,
- recibos/jornais/revistas antigos,
- remédios vencidos,
- meias velhas, furadas,
- sapatos estragados...
Ufa, que peso!
"O que está fora está dentro, e isso afeta a saúde", aprendi com dona Francisca.
- "Saúde é o que interessa. O resto não tem pressa", ela diz, enquanto me ajuda a 'destralhar', ou liberar as tralhas da casa...
O 'destralhamento' é a forma mais rápida de transformar a vida e ajuda as outras eventuais terapias.
Com o destralhamento a saúde melhora, a criatividade cresce e os relacionamentos se aprimoram...
É comum se sentir cansado, deprimido e desanimado em um ambiente cheio de entulho, pois "existem fios invisíveis que nos ligam a tudo aquilo que possuímos".
Outros possíveis efeitos do acúmulo e da bagunça são: sentir-se desorganizado, fracassado, limitado, além do aumento de peso e do apego ao passado...
No porão e no sótão, as tralhas viram sobrecarga;
Na entrada, restringem o fluxo da vida;
Empilhadas no chão, nos puxam para baixo;
Acima de nós, são dores de cabeça;
“Sob a cama, poluem o sono”.
-"Oito horas, para trabalhar;
Oito horas, para descansar;
Oito horas, para se cuidar."
Perguntinhas úteis na hora de destralhar-se:
- Por que estou guardando isso?
- Será que tem a ver comigo hoje ?
- O que vou sentir ao liberar isto?
...e vá fazendo pilhas separadas...
- Para doar!
- Para jogar fora!
Para destralhar mais livre-se de barulhos, das luzes fortes, das cores berrantes, dos odores químicos, dos revestimentos sintéticos...
e também libere mágoas, pare de fumar, diminua o uso da carne, termine projetos inacabados.
"Acumular nos dá a sensação de permanência, apesar de a vida ser impermanente", diz a sabedoria oriental.
O Ocidente resiste a essa idéia e, assim, perde contato com o sagrado instante presente.
Dona Francisca me conta que:
"as frutas nascem azedas e no pé, vão ficando docinhas com o tempo"..
a gente deveria ser assim, ela diz
-"Destralhar ajuda a adocicar."
E se os sábios concordam, quem sou eu para discordar...
Texto: Carlos Solano

MANEIRA DE EDUCAR

Existe uma maneira infalível para produzir verdadeiros marginais: o não impor limites. Os pais precisam ficar atentos à essa regra básica para não se arrependerem no futuro.
Vale a pena ler o texto abaixo e refletir

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Viola & Chapéu na Sinfônica de Ribeirão

Guilherme Tenório e Almir Sater

Violeiro e Cantador, Guilherme Tenório, “herdou” da mãe o gosto pela música erudita e do pai a música raiz, caipira. Morando nos Estados Unidos, aos 17 anos conseguiu introduzir a nossa viola nas orquestras sinfônicas sem esquecer a origem do campo. O instrumento "fez parte" de algumas músicas clássicas, eruditas pelas terras do Tio Sam. Na última segunda feira o violeiro-cantador foi destaque em uma matéria no Jornal da EPTV/Ribeirão – ensaios da sinfônica da cidade – se destacando com o seu potencial artístico, chamando atenção com seu chapéu carandá, uma raridade nesse meio que ainda não se apercebeu o valor cultural e folclórico da viola & chapéu. O menino estuda música na USP, fala fluentemente inglês e foi destaque por sua passagem pelos teatros de Marion no estado americano de Indiana. Guilherme Tenório mantém a alma e o sentimento caipira vivos. Parabéns!!!

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Gastos com saúde e educação perpetuam desigualdade, diz Ipea

Os gastos do governo com assistência social chegam aos que mais precisam da presença do Estado, enquanto a atuação do poder público em saúde e educação se concentra nas regiões mais ricas, informa estudo divulgado nesta terça-feira (10) pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).
De acordo com Marcio Pochmann, presidente do órgão, o Estado precisa redirecionar seu foco de atuação. Para o economista, o atual modelo das principais áreas em que o poder público tem papel fundamental mantém ou aumenta as desigualdades regionais do país.
"Temos a perspectiva de ser a quarta economia do mundo ao final desta década, então precisamos resolver nossos problemas de pobreza extrema e subdesenvolvimento", afirmou.
O levantamento feito pelo Ipea mostra que 51,1% do número de benefícios concedidos pelo programa Bolsa Família, no ano passado, foram destinados à região Nordeste do país. O Sudeste, que concentra 42,2% da população brasileira, ficou com 24,7% dos benefícios. O Norte, com baixa densidade demográfica, foi o destino de 11,1%.
O foco das medidas de assistência social do país está na direção certa, segundo Pochmann. "O Estado está olhando onde mais se localiza a miséria e atuando. Esse é um padrão recente, o de colocar mais esforços onde eles se fazem mais necessários. Mas há outros padrões em outras áreas de atuação."
Na área de saúde, a lógica se inverte, com o Sul e Sudeste, que possuem melhores indicadores sociais, apresentando mais estrutura. Enquanto as duas regiões possuem 3,7 médicos a cada 1.000 habitantes, o Norte conta com 1,9 e o Nordeste, com 2,4.
Na comparação entre os Estados, a desigualdade se acentua. O Rio Grande do Sul possui 3,2 vezes mais médicos por 1.000 habitantes do que o Maranhão, por exemplo. "A distribuição não é proporcional à população e tampouco leva em conta lugares mais pobres, onde há mais gravidade de doenças."
O levantamento leva em conta os profissionais que atendem pelo SUS (Sistema Único de Saúde). A taxa de frequência líquida de alunos na escola, que não contabiliza apenas matrículas, mas se os estudantes cursaram todo o ano letivo, também aponta para uma menor presença do Estado em regiões com renda per capita menor.
No ensino fundamental, 87,2% da população entre seis e 14 anos do Pará estava na escola, de acordo com levantamento que levou em conta dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) de 2009, coletados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Em Mato Grosso do Sul, o porcentual subiu para 94,4%. Em São Paulo, Estado mais rico da federação, a taxa de presença é de 93,4%.
No ensino médio, os números são preocupantes. O Distrito Federal, Estado com maior taxa de frequência à escola entre a população de 15 a 17 anos, o porcentual é de 68,8%.
Rondônia, o pior, possui apenas 31,6% de sua população nessa faixa etária frequentando as aulas.
Segundo Pochmann, as informações apresentadas hoje mostram um entrave que o país precisa resolver o quanto antes. "Ao contrário do que se pensava, não temos acesso universalizado ao ensino fundamental. No ensino médio, a intervenção pública se torna ainda mais forte nas regiões mais ricas e mais fraca nas regiões mais pobres. É inadmissível diferenças tão acentuadas entre os Estados. Com esse desempenho fica muito difícil o Brasil se transformar em uma sociedade do conhecimento."

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

VENEN​O P/MATAR MARIDO!

Numa pequena cidade do interior, uma mulher entra em uma farmácia e fala ao farmacêutico:
- Por favor, quero comprar arsênico.
- Mas... não posso vender isso ASSIM!
- Qual é a finalidade?
- Matar meu marido!
- Pra este fim... piorou... não posso vender!!!
A mulher abre a bolsa e tira uma fotografia do marido, transando com a mulher do farmacêutico.
- Ah bom!... COM RECEITA É OUTRA COISA.

Leandro Baldissera defende os “cowboys” no Programa De Ponta a Ponta

Nesta quinta-feira, 05, o competidor da modalidade Sela Americana e um dos diretores da Pro Horse, Leandro Baldissera participou da gravação do programa De Ponta a Ponta, abordando o tema Sedução e que vai ao ar no início de fevereiro, pela TV Tem (Globo).
Fazendo uma participação especial no Programa “De Ponta a Ponta”, Leandro Baldissera gravou esta semana e mostrou um pouco de como é a vida de cowboy de rodeio no que diz respeito à sedução. Entrevistado pelo apresentador Marcos Paiva, Leandro teve a oportunidade de contar um pouco de sua vivência no mundo rural e também mostrar o seu lado artístico, como cantor e compositor.
O programa foi gravado na cidade de Salto e ainda terá uma segunda parte de gravação que será realizada na cidade de Itapetininga.
“Sempre é bom ter a oportunidade de poder mostrar o nosso mundo e um pouco da nossa cultura. Quis defender a nossa classe e mostrar o quanto estamos em alta com as mulheres!”, ressalta, brincando, Leandro.
O Programa De Ponta a Ponta vai ao ar todos os domingos, pela TV Tem (Globo), após o Fantástico. A edição que terá a participação de Leandro Baldissera será veiculada no início de fevereiro.