A vida em sociedade pressupõe que haja interação entre os seres humanos com propósitos coerentes para alcançarmos a justiça, o que na prática visa proporcionar bem estar e felicidade para todos nós.
Como vivemos numa democracia que apesar de suas mazelas - não temos conhecimento de um sistema melhor - somos "geridos" por 3 poderes distintos e independentes: executivo, legislativo e judiciário.
Tenho certeza que a grande maioria dos componentes dessas 3 esferas são pessoas de "alta linhagem". Porém, penso que não há necessidade de me expressar a respeito do comportamento de alguns governadores, prefeitos, deputados que "ilustram" o noticiário com seus procedimentos nada recomendáveis.
Onde residem nossas esperanças? Ainda no judiciário, porém algumas decisões/sentenças tem me preocupado. Facilmente perceptível que em alguns casos o magistrado tem total desconhecimento do assunto, salvo melhor juízo. Chega a ser até inconsequente. Teria vários exemplos a destacar, mas vou me ater no segmento rodeio, atividade que tem uma função social de grande importância em nosso país que infelizmente, um grande número de pessoas por total falta de informação, desconhecimento, condena sem pestanejar. Se minha formação não me possibilita dominar cibernética, o bom senso indica que procure um profissional de reputação ilibada, capacitado e isento para me orientar, antes da minha decisão.
O estudo técnico-científico elaborado por professores da Faculdade de Medicina Veterinária da Unesp de Jaboticabal - uma das melhores do país - publicado pela Revista do Conselho de Medicina Veterinária em 2000 que circulou por toda comunidade científica mundial deixa bem claro que o sedém não provoca nenhuma lesão aos animais. Mesmo com o equipamento, o touro corteja," cobre" a fêmea, bebe água e se alimenta sem o menor problema e até hoje - depois de 11 anos da publicação - não houve nenhum questionamento oficial encaminhado ao CRMV. Existe muito blá-blá-blá, murmúrios, mas de oficial nada. Neste mesmo trabalho fica claro que o sedém "passa longe" do saco escrotal do bovino, caindo por terra a tese de que o mesmo pula por ter os testículos apertados, argumento emocional de urbanos sem conhecimento de causa e que são em grande número (o último censo indica que 83,9% do brasileiro reside na zona urbana). Sem contar que as éguas - fêmeas - não tem esses órgãos e apresentam excelentes performances em termos de pulos. Quem convive com bovinos, equinos e muares sabe que os mesmos pulam por índole, sendo comum experimentar 100 e nenhum pular, mesmo com o sedém - o tão temido acessório dos desinformados que se dizem protetores dos animais, que em muitos casos "empunham essa bandeira" por interesses puramente econômicos, meio de vida. Mesmo assim. magistrados tem impedido a realização de rodeios baseado em informações puramente emocionais, na base do "achometro".
Muito me admira - de acordo com informação recebida - que um magistrado do interior paulista PROIBIU o uso de barrigueira na Prova dos 3 Tambores realizada por uma entidade de renome em nosso país. Na prática é o mesmo que não permitir o uso de cinto de segurança, cinto comum, sutiã, para não citar outros exemplos, alegando que os mesmos torturam. Será que outros assuntos são decididos com essa mesma "responsabilidade"? Como fica o hipismo, polo, turfe? E a indústria do cavalo que gera mais empregos que a automobilística? Preocupante...
Tem muita gente precisando que se instale dutos na cabeça para que o gás metano saia do cérebro.
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário